Vitória

Olá a todos,

Esse post é uma promessa que fiz ao pessoal que trabalhou comigo na Alemanha, portanto será em inglês. Enjoy it!

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Hello everyone,

As I promised to my colleagues at Daimler in Germany there are some photos from my hometown: Vitória. Vitória in a direct translation to english is Victory, it is the capital of Espírito Santo (Holy Spirit) a state above Rio de Janeiro and bellow Bahia. No much more to say, let’s go to the photos!

The entrance of the bay and the Third Bridge.

Vitória is like an island, so there are some bridges that connect it with the country. One of them (most important) is the Terceira Ponte (Third Bridge) which connects Vitória with Vila Velha (Old Town). From this view you can see the bridge and two mountains, Morro do Moreno (left) and Morro do Convento da Penha (right).

The bay of Vitória.

Walking a little bit further you can see the entrance of the bay. Down there, close to the mountains is the Port of Vitória, which is very close to the city center. Vitória and Vila Velha are very old because they were discovered in 1535, Brazil was discovered in 1500.

Praia do Canto (Corner Beach).

We can go to other place and check more of Vitória, for example the Praia do Canto. This view is from the Ilha do Boi (Island of the Ox or Bull). This beach you’re seeing is not completely natural, because it was made in the past with sand transported to there.

From Ilha do Boi, seeing Ilha do Frade and Camburi.

From Ilha do Boi you can see the Ilha do Frade (Island of the Friar or Monk) and far away in the horizon you can see the Beach of Camburi and on the right the facilities of Vale and Arcelor-Mittal (the structures that you can check are the two bigger blast furnaces from Arcelor-Mittal).

Reta da Penha (Avenue Nossa Senhora da Penha).

Vitória is not a big city and you can check that by one of the most important avenues of de city, the avenue of Nossa Senhora da Penha. Nossa Senhora is the Holy Mother of Christ and “da Penha” means “of the Stone”, because was on that mountain that they found the Holy Mother. Up there you can see a white church / convent, the Convento da Penha.

A beach in Ponta da Fruta.

Ok, going away of Vitória to Vila Velha you can find neighborhoods like Ponta da Fruta, where people live very close to the beach and there isn’t so many people around (like this beach in front of my brother’s house).

The house where my brother lives.

Of course that here is more like a small town. The streets are with sand and the houses are more simple than in Praia do Canto, for example.

The sky from Praia da Costa.

By the end of the day I was coming back from Ponta da Fruta going around Vila Velha and could check this end of the day, very colorful. You can see in the horizon a lot of ships, waiting to go to the port. When I was an adolescent I spent a lot of time in this particular spot, going to this beach almost every day. ^^

The Terceira Ponte from the Convento da Penha.

In the other day I was up at the Convento da Penha, to take more photos from the city. Here you can see again the Third Bridge and see more of the beauty of our nature.

Vila Velha (Old Town).

In the other side you can see Vila Velha. In the right side of this photo, more up in the city you can see a yellow building / structure: it is the factory of chocolate Garoto (kid, or “kinder”). Their chocolate is very good. o/

A panorama from Vila Velha to Vitória.

Click on this panorama to see a little bit more of the connection between Vila Velha and Vitória, with the Morro do Moreno in front of you.

Inside the Convento da Penha.

The Convento da Penha is a small church / convent, but it is very nice. The Nossa Senhora da Penha is the “mother” of our state, which is very catholic. Also this convent is very old and it was founded in 1558.

The Convento da Penha.

As I was there in easter you can see a lot of cars and the nice chaplet between the coconut tree. This is the Convento da Penha in a more close view.

That is it! This was Vitória, my hometown that I told you so much during my stay in Germany. As I promised I’m also preparing a post about São Paulo, the place where I live today.

Cheers! See ya around!

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Roma

Finalmente cá estamos na última viagem!

E não menos importante o destino é Roma, capital da Itália, do Mundo, com seus milênios de história para se desbravar em um verdadeiro museu a céu aberto.

Foram dois dias intensos em Roma, que sem delongas já começaram com o…

O Coliseu.

Meu primeiro walking tour em Roma seria no Coliseu e no Foro Romano. Estava aí esperando o tour começar. Desde Berlim valorizo muito os tours guiados, porque você aprende um monte com os guias.

O Coliseu, por dentro.

Já dentro, pude viajar na história desse antigo anfiteatro. É verdade que muito da forma original se perdeu, mas ainda é possível compreender a grandiosidade desse “estádio” da antiguidade.

Um panorama do Coliseu.

Clique na imagem para podem ter uma noção de um panorama do Coliseu. Iradíssimo, não é?

Parte da Roma Antiga, sítio arqueológico.

Depois do Coliseu nós entramos no Monte Palatino, que dava acesso às escavações onde ficava o Foro Romano. Hoje vemos pouquíssimo do que existia aí, mas é suficiente para imaginar e entender a importância desse espaço, o centro do governo Romano.

Hosteria e Pizzeria Da Vito e Dina.

Saindo da Roma Antiga e indo para o Museu do Vaticano, dei uma parada para comer uma pizza com o Vito aí. Super simpático, e com uma pizza reconhecida internacionalmente, a hosteria e pizzeria da vito e dina é parada certa em qualquer volta a Roma.

Um "teto" no Museu do Vaticano.

Bem, não consegui absorver muito do museu do Vaticano, e em parte a resposta está aí em cima e ali embaixo. São tantos detalhes, tanta informação, que você se perde facilmente dentro do que está vendo.

Um "corredor" no Museu do Vaticano.

O que você notou? O teto? Os mapas? As pessoas? É bem disso que estou falando… E ainda termina com a Capela Sistina, a qual não podemos tirar fotos, mas que segue esse excesso de informação que mencionei antes.

Saída do Museu do Vaticano.

Para terminar a sensação de confusão, segue a saída do museu em uma escada espiralada.

A Praça de São Pedro.

Já em outra parte do Vaticano eu parti para a Basilica de São Pedro, não sem antes gastar um tempo para apreciar a praça que fica em frente a ela.

A praça de São Pedro, do alto.

Eu subi na cúpula em outra dia, e lá de cima dá para ter uma noção melhor do espaço. A foto anterior é dá fonte à esquerda. Essa simetria romana é muito interessante, não é?

A Basilica de São Pedro.

A Basilica de São Pedro tem muito daquele excesso de informação do Museu do Vaticano. Porém aqui o sentimento convém porque ela TEM que ser assim. A grandiosidade dessa igreja faz jus a ser a mais importante do mundo católico.

O Camp di Fiori.

Eu fiz um walking tour noturno sobre os fantasmas de Roma, e ele começava justamente pelo Camp di Fiori. Essas praças têm vários bares e restaurantes, e são palco de uma boa parte da vida noturna de Roma.

A Fontana di Trevi, à noite.

Aproveitando a noite encerrei o dia indo à Fontana di Trevi. Espetáculo à parte e deslumbrante, seja de dia, seja de noite.

A Piazza Navona.

E foi na Piazza Navona que começou o meu segundo dia. Além da embaixada brasileira ela tem essa fonte que representa os maiores rios do mundo despejando água sobre a terra. Cada homem é um rio e o que está na foto é o La Plata, aqui da América do Sul.

O Panteão.

De lá caminhamos para o Panteão. Lar dos deuses romanos, hoje uma igreja, essa construção resiste a séculos. O topo da cúpula é aberto, portanto qualquer que seja o tempo exterior, será o mesmo dentro do Panteão.

A Fontana di Trevi, de dia.

Voltei à Fontana de Trevi nesse tour, e pude confirmar sua beleza, qualquer que seja a hora do dia.

Monumento à Pátria Italiana.

De lá, caminhando um pouco mais, chegamos nesse monumento. Os romanos chamam ele de “bolo de casamento”, com esse certo desdém, pois eles não gostam muito dele. Enorme, ele chama a atenção. Segundo eles também é “branco demais”. Enfim, tire suas próprias conclusões.

Ponte em frente ao Catelo de Sant'Angelo.

Já depois do tour, e depois do almoço, ia voltar ao Vaticano. Tanto para prestar uma homenagem ao João Paulo II, quanto para subir na Basilica (e tirar a foto que postei mais acima). No caminho, tive a visão dessa ponte que fica à frente do Castelo Sant’Angelo. ˆˆ

A Praça da República.

Depois do meu momento no Vaticano parti para ver mais três e finalizar minha visita na Praça da República, onde havia mais essa fonte.

 

No fim Roma atendeu todas as minhas expectativas para uma cidade impressionante. Certamente voltarei a visita-la e provavelmente voltar a alguns desse lugares, pois são sensacionais.

 

Depois desses posts sobre as minhas viagens devo fazer mais alguns e manter esse blog. Tanto com fotos de outros lugares quanto com uns pensamentos ou escritos que faça.

Até mais!

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Projeto Internacional

Realmente não ia demorar para ter um post nesse blog quase sem fotos.

O que me motivou a escreve-lo foi que minha namorada pediu para eu mostrar umas fotos do pessoal aqui e explicar um pouco do que eu faço. Infelizmente, a Daimler (ou Mercedes-Benz) é meio restrita quanto a fotos, por isso só vai ter uma do nosso escritório.

Mas, explicando sobre a empresa…

A Daimler

Eu entrei na Daimler pelo programa CAReer, que é como a empresa contrata talentos globalmente. Esse programa é composto basicamente de 3 projetos – funcional, entre-áreas e entre-divisões – com duração total de 12 a 15 meses, em geral um deles tem que ser internacional. Além dos projetos há estágios curtos na produção e nas concessionárias, mais dois treinamentos internacionais. Entre os treinamentos internacionais há também um projeto de inovação de negócios que deve ser apresentado no segundo módulo de treinamento.

Um carro da Mercedes-Benz (C63 AMG).

Essa empresa é uma das poucas do mundo que possui negócios tanto no ramo de carros quanto no de veículos comerciais (em geral empresas automotivas são focadas em um). Ela possui pelo menos umas 10 marcas (novamente, entre carros e veículos comerciais), sendo que Mercedes-Benz, tanto para carros quanto caminhões, é sem dúvida a mais conhecida.

Um caminhão da Mercedes-Benz (Actros).

No Brasil a planta fabrica caminhões e chassis para ônibus, os carros são importados.

Com toda essa enormidade que é a empresa eu vim parar em um lugar muito legal que é…

Das Gebäude Roser, meu local de trabalho

Aqui na Alemanha eu fico em um escritório com mais quatro pessoas, sendo que o time tem mais 3 que ficam em outra sala. O contraste com o Brasil é grande porque lá ficamos na fábrica e aqui ficamos em um prédio que só tem áreas administrativas. Na Alemanha mesmo há plantas maiores do que a do Brasil.

A sala em que trabalho.

Meu time é composto por Michaela e Thomas (compradores – à esquerda) e Nadia (a chefe – à direita, canto superior) e Bernadeta (assistente – a senhora à direita). Além deles ficam na outra sala Mathias, Marcus e Katharina (estagiária). Esse time compra peças para o chassis do caminhão (Michaela, Thomas e Marcus) e o sistema de resfriamento, como radiadores e coisas do gênero (Mathias).

Uma coisa muito boa é que o time inteiro fala inglês muito bem e são todos muito gente boa comigo.

A dinâmica é mais ou menos a seguinte: Mathias e Marcus são mais experientes, a Nadia é bem direta e tem um forte direcionamento estratégico, enquanto a Michaela e o Thomas estão se desenvolvendo e acumulando experiência em compras. No geral todo mundo se zoa bastante e sempre tem um espaço para fazer alguma piada com as mulheres. =D

Vale um comentário sobre o nosso gerente, Udo. Com todo respeito, ele é uma figura, muito gente boa e sempre com um sorriso no rosto ou uma brincadeira com o pessoal. Quando almoçamos juntos parece uma festa com piadas e o time rindo o tempo todo.

Tá mas enfim o que eu faço por aqui? =P

International Assignment

No começo do meu programa combinei com meu chefe que seria interessante fazer do projeto internacional uma chance de conhecer o estilo alemão de compras. Óbvio que eu não poderia liderar uma negociação, mas eu poderia trabalhar para algum time.

A primeira idéia surgiu de vir para o time da Nadia e trabalhar em algo para as peças de chassis. Depois de trocar umas idéias e ver um projeto de outro trainee resolvemos que eu ia fazer duas coisas:

1) Uma comparação de preços entre peças comuns.
Basicamente eu usei habilidades no excel para achar peças comuns entre três países (listas singelas de mais de 5000 itens) e assim comunicar os compradores dessas opções. A idéia é para tanto dar uma alavanca de negociação, quanto para sugerir a mudança de fornecimento. 

2) Análise de compras de peças grandes de aço.
Aqui mais amplo, dada uma demanda de um dos países que a Daimler tem planta, resolvemos comparar as condições de compra dessas peças. Não é tão trabalhoso quanto o anterior, mas depende de coordenar informações. 

No geral são trabalhos bem relacionados com inteligência de mercado e gestão da informação. Qualquer semelhança com o que desenvolvi na AIESEC é mera coincidência (haha).

Finalmente…

Por isso que eu moro em Esslingen, pois é onde fica o prédio. Claro que tive a opção de morar em Suttgart, que é perto e uma cidade maior. Eu preferi uma cidade mais calma para aproveitar o meu tempo melhor por aqui. Por exemplo, posso vir todo dia a pé para o trabalho e sempre chego em casa em menos de 15 minutos (nem se compara com São Paulo). Daí aproveito para ler, ficar mais tempo no trabalho e refletir um pouco sobre a vida. =D

A rotina da semana se resume a ir para o trampo e comer fora, seguindo as políticas da empresa. Naturalmente os finais de semana são livres e eu passo viajando.

Por um lado estou aprendendo bastante e gostando do estilo alemão em alguns aspectos. ^^

É isso! Meu próximo post “text-only” será sobre as pessoas que conheci por aqui. Até mais!
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Barcelona

E aqui estamos em Barcelona!

Antes de mais nada comecemos com a apresentação do time que participou dessa aventura.

Eu, Gabryel e Pandjango.

Sei que a foto não está muito boa, mas esse foi praticamente nosso primeiro encontro. Havíamos descido as Ramblas e paramos nessa praça para achar um bar e assim tomar umas cervejas.

O escudo do Barça.

Sem muitas palavras, esse é o começo do Camp Nou Experience. Na minha mão ali o rádio que faz parte do guia, você digita o número e ele explica sobre a parte que o número se refere.

O Camp Nou.

Eu tirei mais fotos, mas essa aí traduz bem como é a experiência. Você passa do museu à arquibancada, entrando no campo como se fosse um jogador. Muitas vezes você concorda com a afirmação que se associa ao Barça: “Mais que um clube”.

Uma das ruas do Bairro Gótico.

Diversas ruas no Bairro Gótico, próximo à Praça da Catalunha, são assim. Algumas muito mais cheias de gente, outras completamente vazias. O movimento existe de manhã, de tarde e de noite.

No alto de um parque...

Aí estou mais ou menos no Parc Güel, na parte mais alta. Daí se tem uma visão privilegiada de Barça, onde a Sagrada Família, entre outros, se destaca na cidade.

O lagarto!

E sim! O famigerado lagarto que nos levou a visitar o parque. Ele fica em uma das entradas, e subindo por aí você encontra mais espaços feitos pelo Gaudí. Os detalhes, as formas e as cores que o Gaudí escolhe são muito impressionantes, e até naturais de certa forma.

Las Ramblas.

Uma das principais ruas próximas à praça da Catalunha, Las Ramblas descem até o porto. Nela você encontra todo tipo de gente e todo tipo de comércio. Artesanato, indianos vendendo cerveja, estátuas vivas (juro que tinha um Alien e um Predador, dos filmes análogos)… É meio caótico e totalmente interessante.

Do alto, agora à noite...

Depois de passar pelo centro, fomos à praça Espanha. De lá subimos até a área olímpica onde paramos mais uma vez para contemplar a cidade do alto. Ali mais embaixo acontece um show de luzes, mas não conseguimos ve-lo nesse dia.

Paixão de Cristo, na Sagrada Família.

Já no domingo, estive na Sagrada Família e esse é um dos lados dela. A igreja é sensacional, com uma torre para cada apóstolo, uma para cada evangelista, uma para Maria e uma para Cristo. As faces também representam o Nascimento, a Glória e a Paixão de Cristo. Tudo muito bonito e muito espetacular.

A Sagrada Família.

“Independente de sua crença, a Sagrada Família é um lugar que o convida à contemplação. Esperamos que você se sinta à vontade para refletir sobre qualquer assunto que deseje. Pare. Olhe para cima e se deixe encantar pelas luzes. Fique alguns momentos a olhar. Assim que quiser pode sair e seguir o teu caminho.”

Escritório de Gaudí.

Depois de um bom tempo na igreja, fui a uma construção próxima (no mesmo terreno) onde pude ver essa representação do escritório de Gaudí. Dizem que assim desse jeito é como ele trabalhava e tinha acesso a tudo que queria.

Barceloneta.

Depois do momento mais espiritual fui almoçar. Do almoço parti para caminhar por esse calçadão e experimentar um pouco mais da experiência de viver em Barcelona.

La Pedrera.

Um dos últimos lugares que passei. Gabryel havia me recomendado e não pude deixar de ir lá. Consegui entrar e apreciar um pouco, porém ficou com um gosto de “quero mais” já que foi meio corrido.

Terraço do La Pedrera...

E lá do terraço pude apreciar meus últimos momentos com a cidade. ^^

Barcelona é muito apaixonante, e as obras de Gaudí com certeza dão uma perspectiva totalmente diferente do que deve ser uma construção ou uma escultura. Ficou na minha memória como algo raro, que não existe em qualquer lugar do mundo. =D

Finalmente estou indo para minha última viagem, Roma! Até a próxima!

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Berlim

Após uma viagem de seis horas de trem (e uma semana de treinamento antes) cheguei na sexta à noite em Berlim.

Berlim era certa nos meus destinos não somente por ser a capital da Alemanha, mas também pela história que a cidade viveu: muita intensa e muito recente.

Berlin Dom e o grupo.

Uma das primeiras coisas que fiz lá foi um walking tour de umas 4 horas. Tinha um grupo bem variado comigo e a guia ela meio maluca, mas muito inteligente.

Berlin Dom

Logo depois de uma volta rápida pela ilha dos museus paramos em frente à Berlim Dom. Infelizmente não entrei nessa igreja, mas seu exterior dá uma idéia do que há lá dentro.

Torre de TV e sua cruz.

Note bem a igreja da TV: reparou que o brilho do Sol forma uma cruz? Conta-se que os comunistas ergueram essa torre para mostrar o quão capazes eram, porém não esperavam o símbolo cristão assim tão bem representado. Isso era uma afronta ao regime, que restringia algumas religiões.

Os Portões de Brandemburgo.

Aí sim, após caminhar mais um pouco chegamos aos Portões de Brandemburgo. Ele ficava bem na separação entre a Berlim Ocidental e a Oriental, e foi isolado pelo muro para não ser acessado por nenhum dos lados.

Memorial do Holocausto.

Andando mais um pouco encontramos um memorial para as vítimas do Holocausto. A idéia desse labirinto é transmitir a sensação de estar perdido e sozinho, mesma que se sentia em um campo de concentração. Dando umas voltas aí pude perceber que ele consegue passar esse sentimento muito bem. Oo

Parlamento Nazista.

Um dos poucos prédios que não foi destruído nos bombardeios de Berlim. A grande pergunta é: por que? Ainda mais já que esse era um prédio do governo Nazista.

Um pedaço do Muro de Berlim.

Finalmente! Sei que não parece grande coisa, por isso vale lembrar que havia todo um esquema de segurança próximo ao muro. Parei em frente a ele e tentei perceber todos os detalhes dessa construção que um dia dividiu essa cidade, e o mundo.

Um dos ursos de Berlim.

Dando uma relaxada, parei nesse urso que é meio que um símbolo da cidade. Você encontra ele em vários pontos e com diversos tipos de pintura.

Check Point Charlie.

Terminando o tour passamos por Check Point Charlie, uma das três entradas para a Berlim Ocidental, na parte Americana. Esse aí é especial porque é por onde passavam os não alemães, e por ter no ar a maior tensão com a Rússia durante a Guerra Fria.

Sarcófagos no Neues Museum.

Já chegando ao Neues Museum pude ver um monte de artefatos do Egito. Seguem alguns que me chamaram a atenção.

Esfinge no Neues Museum.

Legal essa Esfinge né? Achei muito massa que você pode chegar bem perto das esculturas.

Demóstenes no Neues Museum.

E sim! Um achado! Esse busto é de um cara que eu admiro: Demóstenes. Um dos maiores Oradores Gregos, ele era gago. Como então conseguiu essa façanha? Treinou insessantemente sua dicção com pedras dentro da boca, tentando falar mais alto que o bater das ondas do mar. Na plenária, sem pedras e sem ondas, falar aos demais era tarefa muito mais fácil. ^^

Opernplatz ou Bebelplatz.

Depois do museu fui passear um pouco mais pelas cidade, enquanto o Sol se punha no final da avenida onde ficavam os…

Os Portões de Brandemburgo, à tarde.

Sem palavras, certo?

Topografia do Terror.

Escolhi uma foto para simbolizar a mostra da Topografia do Terror. Pouco se sabe sobre quem era essa homem, mas ve-lo assim nos faz perceber que havia plantada alguma esperança contra toda a lavagem cerebral que o Nazismo impôs à nação Alemã.

Indo embora, no aeroporto.

Finalmente uma adiantada de um post que estou planejando, sobre os aeroportos que passei. xD

Essa foi Berlim, mais uma cidade magnífica que ficou no meu roteiro. A única pena é que tive apenas um dia para aproveita-la, mas foi o suficiente para deixar uma vontade enorme de voltar para conhecer mais de sua história.

Próximo post sobre viagens: Barcelona!

Também estou escrevendo sobre meu trabalho, já já mando. ;D

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Budapeste

De longe Budapeste era um destino certo para mim na Europa. Vários amigos me recomendaram, alguns inclusive moraram lá por um tempo.

Budapeste também foi um estilo de viagem diferente, pois não estaria sozinho dessa vez…

Safa', Claudio e Eu.

Esse aí é o trio que passou um bocado de tempo juntos batendo perna pelas ladeiras da cidade. Em geral também se resumia a mim e Claudio implicando com a Safa’ o tempo todo, enquanto íamos de um lugar para o outro.

Prédio que o Claudio mora.

Aí foi o meu host. Claudio mora em um apartamento nesse prédio, e é olhando para ele que você percebe alguns detalhes que lembram o quanto Budapeste é bela, exótica e “largada”. Esse centro histórico não pode ser reformado, há não ser que seja uma reconstrução especializada (ou melhor, restauração). Isso torna o procedimento muito caro, portanto a maioria dos prédios está do mesmo jeito a 50 / 60 anos.

Castelo de Buda e a Chains Bridge.

Pois bem, já caminhando na direção do Castelo de Buda deu para mais uma vez sentir o impacto da beleza da cidade. Essa vista aí é o dia-a-dia das pessoas que pegam o trem todo dia para o trabalho.

Curtindo um visual olhando para Peste.

Já atravessando a Chain Bridge você pode dar uma olhada para o outro lado. Buda e Peste eram separadas no passado e o que as uniu pela primeira vez foi essa ponte. Claro que as pessoas atravessavam o Danúbio de barco, mas essa ponte magnífica foi o primeiro símbolo de unificação entre as duas.

Parece que vai voar, né?

Já subindo ao castelo não pude deixar de notar as inúmeras estátuas cheias de vida que estão espalhadas pela cidade. Repare como realmente o movimento, a cena, a posição e tudo o mais se combina para que esse animal pareça estar alçando vôo.

Memórias da Segunda Guerra.

Caminhando por ali, após o castelo, temos uma impressão viva do que foi a Segunda Guerra. Esse prédio não foi consertado justamente para preservar os buracos de bala, e assim servir de memória aos confrontos que aqui ocorreram.

Patrimônio da Humanidade.

Pausa para olhar a paisagem. xD

Lá no fundo está o Parlamento Húngaro (aquela construção branca enorme). Essa vista é Patrimônio da Humanidade. Justíssimo, não é? ˆˆ

Heroes Square.

Budapeste, capital da Hungria, tem inúmeras homenagens às sete tribos que formaram o país e também aos seus heróis. Essa é a Praça dos Heróis e essas estátuas são colossais e imponentes, transmitindo perfeitamente a sensação de estar encarando um herói do passado.

O Danúbio e a Cidadela ao topo.

Já no outro dia, explorando um pouco mais dessa margem do Danúbio, tive essa visão da cidadela. Fomos lá em cima à noite para ver as luzes da cidade. A estátua que se percebe daqui é um monumento em homenagem à Liberdade.

Mais uma das estátuas impressionantes de Budapeste.

Parece um menino, certo? Mas em teoria é uma princesa. O escultor só tinha seu filho de base para faze-la e por isso ela parece com um garoto. Enfim, eu achei muito irada e tive que registrar uma foto com ela.

O Castelo de Buda.

E para finalizar voltamos ao Castelo de Buda. Fico imaginando se mesmo quem mora em Budapeste não se deixa vislumbrar por toda essa beleza no seu dia-a-dia. Para mim foi impressionante a cada esquina, fazendo com que eu me emocionasse a cada vista linda como essa.

Budapeste também é um marco pois está no meio das viagens. Daqui para frente temos Berlin, Barcelona e Roma. Já foram Munique, Heidelberg e Hamburgo. Foi também meu primeiro destino fora da Alemanha. Não sei se por isso, ou pelos amigos, ou o que quer que seja, essa viagem foi realmente muito especial.

Até a próxima!

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Hamburgo

E sejam bem-vindos a Hamburgo!

Botei Hamburgo na minha lista de viagem por conta de uma amiga, que morava aqui e me indicou a cidade. Pesquisei um pouco antes de ir e o que sabia de Hamburgo era que deveria ir em umas igrejas, ir na tal Repperbahn e passear pelo porto.

Quão inocente eu era antes de descobrir que essa tal Repperbahn é uma versão meio anabolizada da Rua Augusta, em São Paulo, com tudo o que tem direito e mais um pouco…

A Repperbahn.

Peguei aqui uma foto para tentar dar uma idéia do lugar. Meu hostel era um ex-bordel que ficava em uma rua paralela a essa, bem perto do assim chamado “agito”.

Estacão principal de trem.

Já no outro dia eu fui para o centro de Hamburgo, onde ia conhecer as igrejas de São Tiago, São Pedro e São Miguel, ia conhecer a Prefeitura e passar um tempo rodando pelas ruas. Porém não pude deixar de perceber a Hauptbahnhof de Hamburgo, nesse dia que começava meio nebuloso.

Porta da Igreja de São Tiago.

Não sou muito católico, mas a arte das igrejas me impressiona. Eu gastei um tempinho nessa aí a St. Jakobis Kirche (Jakobi é Tiago em alemão). A porta de madeira maciça e entalhada me impressionou por passar um sentimento de proteção ao ver seus desenhos.

Porta da Igreja de São Pedro.

Essa, já de outra forma, me passou um sentimento de respeito. Era como se eu tivesse que pedir permissão para me aproximar da face do leão e assim bater na mesma.

Prefeitura de Hamburgo.

Depois de passar um tempo pelas igrejas eu fui agendar meu tour guiado pela prefeitura. Esse hall de entrada dá um gostinho do que você pode ver lá dentro, mas é NADA perto do quão impressionante ela é por dentro.

Um lago, um momento por aí...

Mas, enquanto eu esperava, dei uma volta pelos arredores e encontrei esse píer. Há um lago bem próximo da prefeitura (ao fundo) onde pude parar e aproveitar um pouco o visual da cidade.

Pintura no teto da prefeitura.

Ok, agora sim! Escolhi duas fotos para representar a Rathaus. Essa, uma pintura no teto logo no hall de entrada para o parlamento, que representa o principal ato de um cidadão alemão no passado: ter o direito de votar. Para isso os requisitos eram simples: ser homem, maior de 23 anos e rico. Tipo 1% da população detinham esse direito nessa época.

Entrada para o Senado.

Sim, para lembrar aos senadores antes de alguma reunião: a Graça e a Justiça. Em diversas partes da prefeitura você encontra representações assim em estátuas ou pinturas com um forte simbolismo de valores que os políticos devem ter.

Igreja de São Tiago - Órgão.

De volta à igreja de São Tiago pude ver esse órgão, um dos maiores da cidade, que sobreviveu intacto aos bombardeios da Segunda Grande Guerra.

Memorial de São Nicolau, e o porto.

Depois de rodar pelo centro, me distanciei um pouco até achar o Memorial de São Nicolau. Antes uma igreja, foi destruída na Guerra e transformado em memorial depois. Lá em cima podemos ver toda a cidade, e ter essa vista privilegiada do porto.

Igreja de São Miguel.

Ainda mais distante do centro fica a Igreja de São Miguel, essa sim a maior de Hamburgo. A arquitetura dela é linda, não tem como não sentir paz no meio dessas paredes brancas com detalhes dourados. ˆˆ

O porto visto do topo da torre da Igreja de São Miguel.

Também nessa igreja podemos subir ao alto de sua torre. Lá temos uma vista de outra ala do Porto. Eu achei impressionante a imensidão dele. Que tal?

Beatles Platz, na Repperbahn.

Mas sim! A Repperbahn fica no bairro de St. Pauli, conhecido por ser muito boêmio. E lá também há essa lembrança aos Beatles, que moraram (ou se perderam) uns meses do seu início de carreira por aqui.

Sol se pondo no Porto de Hamburgo.

Mesmo meio quebrado de bater perna o dia inteiro resolvi tentar a sorte no porto. E consegui! Pegando um transporte público de lá (barcos mesmo) pude aproveitar esse por do Sol iradíssimo enquanto andava pela baía do Porto de Hamburgo. Valeu a pena, né?

Brunch no Fischmarkt!

Bueno, partindo então para o outro dia me debandei ao Fischmarkt, uma feira ao ar livre. Chegando lá reparei em um galpão e fui ver o que tinha. Achei um brunch (ali no andar superior) e um rock’n’roll cheio de suíngue tocando. Combinação perfeita! Fiquei umas duas horas lá comendo e ouvindo música.

E o Fischmarkt.

Aí é a entrada do tal Fischmarkt. Desse ponto até bem lá na frente você encontra uma penca de barraquinhas iguais às de feiras de rua do Brasil. Os vendedores gritam igual aos nossos também, e os preços despencam no fim da manhã.

O navio Rickmer Rickmers.

Para terminar a volta no porto resolvi passar um tempo nesse navio aí, que é um museu. Eu tenho uma queda por portos, navios, e, claro, uma lembrança muito querida dos Sailors (o último time que trabalhei na AIESEC).

Mesa de reunião dos oficiais do navio.

A imaginação foi longe em uma “Monday Morning Meeting” nessa mesa do Rickmer Rickmers. Coincidentemente ou não esse navio era tripulado por praticamente o mesmo número de pessoas do nosso time (13, 16… Larissa quantos são mesmo?).

Um dia lindo e a prefeitura de Hamburgo.

O dia estava ótimo, e por isso voltei ao centro para almoçar. Sorte minha que consegui mais essa foto da prefeitura antes de voltar para Stuttgart.

E, o fim. xD

E assim termina Hamburgo nas minhas viagens. Uma cidade maravilhosa, que ficou guardada em um lugar bem especial das minhas memórias. Senti-me muito à vontade nela e com um sentimento que qualquer dia desses eu volto por aqui.

Próximo post: Budapeste!

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